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Sanguedo: Bloco de Esquerda denuncia lixeira a céu aberto. Câmara diz que situação está a ser resolvida

O Bloco de Esquerda denuncia uma lixeira a céu aberto em Sanguedo e pede mais fiscalização e ações de sensibilização por parte da Câmara Municipal. O vereador responsável pelo pelouro do Ambiente afirma que a situação está identificada e que intervenção na rua das Forças Armadas, onde se encontra o foco de poluição, será “urgente”.

O Bloco de Esquerda denunciou esta terça-feira a existência de uma lixeira a céu aberto “repleta de amianto e lixo de obras” em Sanguedo, na rua das Forças Armadas.

À Sintonia Feirense, o líder da concelhia do BE em Santa Maria da Feira, Pedro Alves, lamentou a situação, afirmando que é recorrente no concelho. Bloco de Esquerda aponta que parte do lixo poluente “se encontra em contacto direto com uma linha de água local, algo que acarreta consequências gravíssimas para a fauna e a flora da zona”.

O Bloco de Esquerda pede, por isso, o “reforço da fiscalização” para evitar estes casos de poluição e defende que quem pratica este tipo de atos “tem de ser punido”.

Pedro Alves afirma que o ambiente “não parece ser prioridade” deste executivo. Além do reforço da fiscalização, o partido pede ações de sensibilização junto da população.

O vereador responsável pelo pelouro do Ambiente, Vítor Marques, explica à Sintonia Feirense que a situação já esta identificada e que terá uma intervenção “urgente”.

Vítor Marques reconhece que este tipo de situações é recorrente no concelho. “Independentemente de termos vontade em resolver e erradicar este tipo de situações elas vão continuar a acontecer, porque realmente as pessoas não têm consciência ambiental“, afirma. O vereador lembra como é que a população se pode desfazer de lixo sem prejudicar o meio ambiente e sublinha que têm sido levadas a cabo várias ações de sensibilização no concelho.

“Isto é uma situação incontrolável”, afirma Vítor Marques, que lamenta, ainda, aquilo que considera ser um “aproveitamento político” em relação a este problema. O vereador aponta que a “consciência ambiental não está nos partidos”, mas sim nas pessoas.